A Congruência, as emoções e nossas representações internas

Por Bruno Ferreira Publicado em: 18 de maio de 2016 às 17:00.

Tags: congruencia, emocoes, nossas, representacoes, internas,


É certo que registramos em nossa mente a representação que fazemos da realidade e não a realidade fática em si.

 

Um exemplo real disso é quando experimentamos um prato de comida. Se registrássemos em nossa mente a realidade em si, apenas afirmaríamos que nos alimentamos, e mesmo assim despertará a saciedade, ou seja, uma sensação. No entanto, ao experimentar, passamos a despertar em nós uma representação interna sobre o fato.

 

A comida ativa os nossos 5 Sentidos, a nossa visão, audição e sinestesia (toques, gustação e olfatia), nos levando a criar uma representação através deles, ativando memórias, sejam elas visuais, auditivas ou sinestésicas (com sensações), e por consequência, as emoções advindas dessas memórias.

 

 

Mas é importante ressaltar que o modo de preparo auxilia diretamente nas emoções a serem realçadas nas pessoas que experimentam o prato. Ou seja, não se trata de se fazer de qualquer forma alguma coisa, mas sim de se ter um objetivo a ser alcançado e assim elaborar a estratégia de preparo.

 

Nesse caso falamos das estratégias, sejam elas manuais ou emocionais para que algo seja feito com congruência e por consequência atinja o resultado esperado.

 

Um Chefe de Cozinha não espera somente que o prato seja gostoso, mas que seja maravilhoso, despertando as sensações mais prazerosas para as pessoas que degustam o seu prato. Mas para isso é necessário um preparo emocional para a criação, uma preparação para gerar congruência do prato, com o resultado que se almeja alcançar.

 

 

Poderíamos destacar as Emoções e as Representações Internas através dessa metáfora, do Chefe e o Despertar de Emoções.

 

No entanto, o que mais se ressalta aqui, é a preparação emocional para se fazer qualquer coisa. A preparação emocional para que possamos alcançar os nossos objetivos, e por consequência formar a nossa representação e alimentando, portanto, nossa visão e a nossa missão, ou seja, o modo pelo qual irei contribuir para o mundo através da minha atividade.

 

Assim, para alinharmos a nossa representação de mundo com as nossas emoções, caberá a nós respondermos a nós mesmo, o objetivo pelo qual eu acordo todos os dias para fazer o que faço, reconhecendo, claro, o que se faz.

 

 

Só assim, a congruência será real e seu objetivo poderá ser alcançado da maneira proposta e sua missão realizada para uma visão de mundo cada vez mais próxima.

 

Nos termos da metáfora, será ela através da comida? O que quero que as pessoas sintam ao degustar o meu prato?

 

Será ela através do que escolhi fazer hoje? O que faço hoje para contribuir para esse mundo que visualizo?

 

Bruno Ferreira. Coach Generativo pelo International Association for Generative Change – IAGC e Metafórum, com Stephen Gilligan e Robert Dilts; Coach pelo Instituto de Desenvolvimento Pessoal – INDESP, Metafórum, e pela European Coaching Association – ECA; formação em Coaching Sistêmico, Coaching com PNL; consultor em Programação Neurolinguística pelo Instituto de Desenvolvimento Pessoal – INDESP e pelo The International Association for NLP – IANLP; formação em PNL em vendas e PNL Sistêmica; Advogado especialista em Direito Empresarial Preventivo pela FGV e Diretor da BF Coaching. Acompanhe as novidades na fanpage da BF Coaching.

Deixe seu comentário



Assista aos programas